Uma tendência mundial, as reuniões à distância, antes restritas a poucos executivos ou a um público específico como os jovens em salas de bate-papo e MSN, são utilizadas com maior freqüência por empresas pela necessidade de retorno rápido e informações. Atualmente, a busca por melhores resultados levam a redução de custos operacionais, assim como a otimização de tempo. Isso faz com que a tecnologia digital passe a ser um investimento estratégico nas organizações.
Uma equipe virtual é um grupo de pessoas que trabalha de forma interdependente com um propósito comum e sem fronteiras espaciais e temporais. A distância não elimina a constante interação entre todos. Dessa forma, as organizações tendem a aproveitar toda tecnologia disponível para alcançarem seus objetivos e estarem, simultaneamente, em todos os lugares importantes visando a ampliação de suas possibilidades de negócios.
Paulatinamente, a comunicação virtual passou a ser utilizada por líderes que precisam otimizar seu tempo e se comunicar com seus liderados de diferentes lugares, vários vezes ao dia e, em muitos casos, ao mesmo tempo. Isso tem se tornado um fator fundamental, um diferencial ao considerarmos a velocidade das informações, a concorrência cada vez mais acirrada e a urgência na tomada de decisões. On line é possível melhorar o uso do pouco tempo disponível, sem maiores problemas com barreiras espaciais, por exemplo.
Contudo, o líder virtual, aquele que lidera à distância, tem de estar atento para diversos aspectos como a definição de metas claras e o local em que serão realizadas as tarefas de modo que a equipe consiga realizá-las sem maiores dificuldades. Apesar de a liderança ser virtual, quem a exerce precisa buscar, sempre que possível, ter reuniões presenciais. O contato humano poderá ser suplementado pelo meio virtual, mas jamais substituído. Afinal, o computador não tem carisma. E-mail não sorri e nem tem brilho nos olhos. A motivação deve ser uma preocupação constante.
Responder cada e-mail ou solicitação, pela Internet ou por telefone, o mais rápido possível, e estar sempre à disposição da equipe é de fundamental importância. Assim, a equipe pode perceber a presença do líder, mesmo à distância, supervisionando e avaliando cada tarefa realizada e dando retorno imediato.
Uma vez que pessoas lideradas virtualmente estão sob pouca ou nenhuma supervisão direta, esse cenário requer que possuam características pessoais chamadas “competências virtuais”. Entre elas estão: o conhecimento da tarefa a ser executada, iniciativa, capacidade de decisão, responsabilidade, conhecimento das ferramentas de comunicação a serem usadas, além de auto-motivação e autonomia para decidir.
Bons líderes virtuais lêem muito. Além de ler, procuram ter tempo para administrar a relação com sua equipe e ainda reler suas correspondências antes de enviá-las. Assim, evitam que erros de português e/ou mensagens com possíveis erros gerem interpretação inadequada.
Nesse contexto, de dinamização do tempo e diminuição dos custos, é vital para as organizações descobrirem seus líderes, virtuais ou não, já que sempre há pessoas exercendo a liderança em determinados assuntos, mesmo que seja uma happy hour no fim da semana.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Liderando em tempos de mudanças
A tarefa dos líderes de hoje é simples e difícil: precisam encontrar as melhores pessoas que puderem, motivá-las para que façam o trabalho da forma mais bem feita possível e à maneira delas próprias. Isso supõe dar poderes limitados para as pessoas. Precisamos nos esforçar para melhorar nossa flexibilidade, velocidade e qualidade e ainda priorizar o que permanece como uma das medidas mais importantes: a produtividade.
Ora, liderança diz respeito à mudança, à condução de uma organização ou de um grupo de pessoas. Um líder é alguém capaz de tirar um grupo de onde ele está e levá-lo aonde deveria estar. Ele ajuda as pessoas a entenderem os porquês e o que devem fazer para chegar à liderança.
Por isso, tanto os profissionais de cargos de chefia quanto seus colaboradores precisam saber tomar decisões, pois nem sempre haverá um superior por perto, em momentos de deliberação. Muitas vezes, liderança não é uma das escolhas a se fazer. É a única opção. Geralmente em tempos de crise, quando existe algum risco, precisamos assumir o que chamam de nossas responsabilidades, precisamos ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que as considerássemos como um momento de crescimento.
Um notório professor de Recursos Humanos, José Agulhô, ao falar de nossa capacidade de liderar nos apresentou o seguinte conceito: “(...) temos que aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos, aprender a gerir-se primeiro”. Esse talvez seja o maior desafio do líder em tempos de mudanças: conseguir gerir-se e ajudar seus colaboradores a fazerem o mesmo.
Os líderes de amanhã precisarão gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro.
O negócio atual precisa ser protegido e a organização deverá ser conduzida para um mundo totalmente novo. É importante entender que nestes tempos de turbulência o conhecimento tem prazo de validade cada vez menor. E como disse Alvin Toffler: “Cabe aos gestores identificar quais necessidades precisam ser tratadas primeiramente”.
Antigamente, existia o modelo de gerenciamento através do modo “comando e controle” de dirigir uma organização. “Comando e controle”, baseado na mentalidade militar, eram apropriados até os anos 80, num clima social diferente e num ambiente empresarial estável. Ora, essa estabilidade acabou e o que existe é um ritmo frenético de mudança. No seu lugar surgiram novos valores como auto-estima e responsabilidade individual.
Os líderes de hoje terão que destruir as barreiras erguidas pelas lideranças passadas e construir pontes. Devem implantar um novo estilo de gestão, voltado para ajudar os colaboradores a realizarem o que são capazes de fazer, criando um ambiente propício à discussão, assegurando a liberação da capacidade criativa, formulando uma visão para o futuro, encorajando, emocionando, treinando, ensinando, facilitando, cultuando o desprendimento e a diversidade, admirando e respeitando as diferenças, e aproveitando as peculiaridades para obter as melhores ações, intenções e soluções.
Embora muita coisa tenha mudado, a necessidade de bons líderes permanece constante. Apenas através de uma liderança excepcional conseguiremos conquistar os níveis de esforço e comprometimento necessários para competir na economia mundial. Os líderes que tiverem sucesso nessa difícil transformação se descobrirão em novos papéis que são muito mais recompensadores, tanto pessoal quanto profissionalmente.
“Enquanto os vencedores comemoram, os perdedores se justificam” (Roberto Shinyashiki).
Ora, liderança diz respeito à mudança, à condução de uma organização ou de um grupo de pessoas. Um líder é alguém capaz de tirar um grupo de onde ele está e levá-lo aonde deveria estar. Ele ajuda as pessoas a entenderem os porquês e o que devem fazer para chegar à liderança.
Por isso, tanto os profissionais de cargos de chefia quanto seus colaboradores precisam saber tomar decisões, pois nem sempre haverá um superior por perto, em momentos de deliberação. Muitas vezes, liderança não é uma das escolhas a se fazer. É a única opção. Geralmente em tempos de crise, quando existe algum risco, precisamos assumir o que chamam de nossas responsabilidades, precisamos ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que as considerássemos como um momento de crescimento.
Um notório professor de Recursos Humanos, José Agulhô, ao falar de nossa capacidade de liderar nos apresentou o seguinte conceito: “(...) temos que aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos, aprender a gerir-se primeiro”. Esse talvez seja o maior desafio do líder em tempos de mudanças: conseguir gerir-se e ajudar seus colaboradores a fazerem o mesmo.
Os líderes de amanhã precisarão gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro.
O negócio atual precisa ser protegido e a organização deverá ser conduzida para um mundo totalmente novo. É importante entender que nestes tempos de turbulência o conhecimento tem prazo de validade cada vez menor. E como disse Alvin Toffler: “Cabe aos gestores identificar quais necessidades precisam ser tratadas primeiramente”.
Antigamente, existia o modelo de gerenciamento através do modo “comando e controle” de dirigir uma organização. “Comando e controle”, baseado na mentalidade militar, eram apropriados até os anos 80, num clima social diferente e num ambiente empresarial estável. Ora, essa estabilidade acabou e o que existe é um ritmo frenético de mudança. No seu lugar surgiram novos valores como auto-estima e responsabilidade individual.
Os líderes de hoje terão que destruir as barreiras erguidas pelas lideranças passadas e construir pontes. Devem implantar um novo estilo de gestão, voltado para ajudar os colaboradores a realizarem o que são capazes de fazer, criando um ambiente propício à discussão, assegurando a liberação da capacidade criativa, formulando uma visão para o futuro, encorajando, emocionando, treinando, ensinando, facilitando, cultuando o desprendimento e a diversidade, admirando e respeitando as diferenças, e aproveitando as peculiaridades para obter as melhores ações, intenções e soluções.
Embora muita coisa tenha mudado, a necessidade de bons líderes permanece constante. Apenas através de uma liderança excepcional conseguiremos conquistar os níveis de esforço e comprometimento necessários para competir na economia mundial. Os líderes que tiverem sucesso nessa difícil transformação se descobrirão em novos papéis que são muito mais recompensadores, tanto pessoal quanto profissionalmente.
“Enquanto os vencedores comemoram, os perdedores se justificam” (Roberto Shinyashiki).
Delegando Tarefas
Uma definição de delegar: é o processo de transmitir certas tarefas e obrigações de uma pessoa para outra; em geral, de um superior para um colaborador. Aquele que recebe o poder delegado tem autoridade suficiente para concluir o trabalho, mas aquele que delega fica com a total responsabilidade pelo seu êxito ou fracasso.
Quando delegar alguma tarefa, acompanhe os que receberam a delegação, peça que prestem conta em cada etapa do processo e não só ao final do trabalho.
A delegação é, fundamentalmente, um sistema de confiança. Quando realmente delega autoridade a uma pessoa, você demonstra sua confiança nela. Para obter flexibilidade e agilidade, os líderes precisam delegar poder e atribuições inerentes a cada tarefa, de tal forma que não fiquem diretamente envolvidos nas mesmas, mas continuem com a responsabilidade final do processo.
À medida que você delega você incentiva o desenvolvimento do conhecimento e das habilidades de seus colaboradores, os quais se tornam capacitados a resolver problemas na ausência dos líderes e têm a oportunidade de testar mais idéias e implementar soluções criativas, bem como de adquirir maior autoconfiança e desenvolver habilidades gerenciais.
Líderes devem saber delegar. A delegação de poder de maneira criteriosa aumenta o poder de quem o delega. Ao conceder aos colaboradores mais autoridade e ferramentas para executarem o serviço, o líder amplia sua influência e o colaborador adquire maior incentivo para trabalhar. Quanto mais delega atribuições, mais o líder penetra na essência de sua função: que não é “fazer” e sim “mobilizar para que os outros façam”.
Tenha em mente que delegar ajuda tanto a quem delega quanto a quem recebe a tarefa, pois permite que esses se desenvolvam. Ao delegar uma tarefa o líder não fará diretamente o serviço, mas precisará supervisionar e orientar aqueles que o fazem. Com esse procedimento você não terá tanto medo de que os outros não sejam capazes de executar a tarefa e estará dando treinamento para que possa supervisionar e orientar cada vez menos.
Às vezes os líderes acham que as pessoas nunca estão preparadas para assumir uma tarefa. Se não delegarem, realmente nunca estarão.
Imagine um líder que tenha um salário de $10 a hora. Se ele precisa de 5 horas para executar uma tarefa, ele gastará $50. Já se um colaborador, cujo salário é $3 a hora, precisar de 10 horas, mesmo sendo o dobro do tempo necessário o custo para a organização será menor. Além do mais, provavelmente na próxima vez que se precisar executar a tarefa, o colaborador precisará de menos tempo, e o custo será menor ainda.
O pior de tudo é que em função das razões descritas os líderes às vezes se cercam de pessoas de capacidade inferior a sua. Não tenha medo de ter em sua equipe pessoas melhores do que você, mas procure tê-las como aliadas. Se você se cercar de pessoas incompetentes por medo, nunca conseguirá atingir suas metas. Um outro motivo é que com bons resultados será mais fácil você se mudar para uma organização melhor ou maior.
Delegar com sucesso é uma habilidade e uma qualidade que você como líder deve adquirir. Agora, delegar é um processo para quem aceita correr riscos; e o “delegador” precisa ter paciência e incentivo. Evite fazer como muitas pessoas que mesmo achando que delegar é um procedimento sensato temem as conseqüências a ponto de evitar fazê-lo. Procure deixar claro àqueles que assumem as tarefas que eles também devem delegar tudo o que puderem a outros colaboradores. Agindo assim você estará criando na organização onde trabalha uma nova cultura.
“O único homem que não comete erros é o que nunca faz nada. O importante é nunca cometer duas vezes o mesmo erro” (Franklin Roosevelt).
Quando delegar alguma tarefa, acompanhe os que receberam a delegação, peça que prestem conta em cada etapa do processo e não só ao final do trabalho.
A delegação é, fundamentalmente, um sistema de confiança. Quando realmente delega autoridade a uma pessoa, você demonstra sua confiança nela. Para obter flexibilidade e agilidade, os líderes precisam delegar poder e atribuições inerentes a cada tarefa, de tal forma que não fiquem diretamente envolvidos nas mesmas, mas continuem com a responsabilidade final do processo.
À medida que você delega você incentiva o desenvolvimento do conhecimento e das habilidades de seus colaboradores, os quais se tornam capacitados a resolver problemas na ausência dos líderes e têm a oportunidade de testar mais idéias e implementar soluções criativas, bem como de adquirir maior autoconfiança e desenvolver habilidades gerenciais.
Líderes devem saber delegar. A delegação de poder de maneira criteriosa aumenta o poder de quem o delega. Ao conceder aos colaboradores mais autoridade e ferramentas para executarem o serviço, o líder amplia sua influência e o colaborador adquire maior incentivo para trabalhar. Quanto mais delega atribuições, mais o líder penetra na essência de sua função: que não é “fazer” e sim “mobilizar para que os outros façam”.
Tenha em mente que delegar ajuda tanto a quem delega quanto a quem recebe a tarefa, pois permite que esses se desenvolvam. Ao delegar uma tarefa o líder não fará diretamente o serviço, mas precisará supervisionar e orientar aqueles que o fazem. Com esse procedimento você não terá tanto medo de que os outros não sejam capazes de executar a tarefa e estará dando treinamento para que possa supervisionar e orientar cada vez menos.
Às vezes os líderes acham que as pessoas nunca estão preparadas para assumir uma tarefa. Se não delegarem, realmente nunca estarão.
Imagine um líder que tenha um salário de $10 a hora. Se ele precisa de 5 horas para executar uma tarefa, ele gastará $50. Já se um colaborador, cujo salário é $3 a hora, precisar de 10 horas, mesmo sendo o dobro do tempo necessário o custo para a organização será menor. Além do mais, provavelmente na próxima vez que se precisar executar a tarefa, o colaborador precisará de menos tempo, e o custo será menor ainda.
O pior de tudo é que em função das razões descritas os líderes às vezes se cercam de pessoas de capacidade inferior a sua. Não tenha medo de ter em sua equipe pessoas melhores do que você, mas procure tê-las como aliadas. Se você se cercar de pessoas incompetentes por medo, nunca conseguirá atingir suas metas. Um outro motivo é que com bons resultados será mais fácil você se mudar para uma organização melhor ou maior.
Delegar com sucesso é uma habilidade e uma qualidade que você como líder deve adquirir. Agora, delegar é um processo para quem aceita correr riscos; e o “delegador” precisa ter paciência e incentivo. Evite fazer como muitas pessoas que mesmo achando que delegar é um procedimento sensato temem as conseqüências a ponto de evitar fazê-lo. Procure deixar claro àqueles que assumem as tarefas que eles também devem delegar tudo o que puderem a outros colaboradores. Agindo assim você estará criando na organização onde trabalha uma nova cultura.
“O único homem que não comete erros é o que nunca faz nada. O importante é nunca cometer duas vezes o mesmo erro” (Franklin Roosevelt).
Pontos básicos para uma liderança eficiente
Cada dia mais as organizações procuram profissionais éticos. Portanto, agir corretamente hoje não é só uma questão de consciência, mas um dos quesitos fundamentais para quem quer ter uma carreira longa, respeitada e sólida. Tem credibilidade aquele que age eticamente.
Imagine, por exemplo, um líder que rouba idéias de seus colaboradores. Veja os seguintes questionamentos:
Qual exemplo ele dá com tal atitude? Líderes precisam ser exemplares.
Líderes devem ser amigos de seus colaboradores, mas que amigo é esse?
Como conseguir que um colaborador fique motivado para chegar aos resultados esperados se o líder faltar com o respeito?
Poderia citar várias outras questões, mas, para mim, alguém com essa atitude não merece ser chamado de líder. Mais dia menos dia essas atitudes acabam sendo descobertas. Como diz o ditado popular: mentira tem pernas curtas.
Em escolhas aparentemente simples, muitas carreiras brilhantes podem ser jogadas fora. Hoje, mais do que nunca, a atitude dos profissionais, em relação às questões éticas, pode ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Basta um deslize, uma escorregadela, e pronto: a imagem do profissional ganha, no mercado, a mancha vermelha da desconfiança.
A importância da ética nas organizações cresceu com a redução das hierarquias e a conseqüente autonomia dada às pessoas. Agora, mais difícil do que fazer o certo é descobrir o que é certo fazer.
Mas afinal, o que é ser um profissional ético? Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, estar tranqüilo com a consciência pessoal e, também, agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.
Qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Entre eles:
Ser honesto em qualquer situação.
Ter coragem para assumir decisões.
Ser tolerante e flexível.
Ser íntegro.
Ser humilde.
Integridade é uma característica fundamental em um líder, pois é através dela que as pessoas passam a acreditar nele. Bons líderes falam a verdade, não se escondem atrás de máscaras ou de meias-verdades. Além disso, confiança é essencial em todos os relacionamentos humanos: como seguir alguém em quem não confiamos?
Organizações não são apenas entidades jurídicas. Elas são formadas por pessoas e só existem por causa delas. Por trás de qualquer decisão, de qualquer erro ou imprudência, estão seres de carne e osso. E são eles que vão viver as glórias ou o fracasso da organização.
As pessoas realmente prestam mais atenção ao que seus líderes fazem, do que ao que eles dizem. Portanto, tome cuidado com suas ações. Não importa o que estiver fazendo, faça como se muitas pessoas estivessem observando. É impossível pensar que alguém consiga ser um líder sem dar exemplos.
As pessoas sempre vão observar o líder, irão ver quem ele é e o que faz, assim como o que diz. Uma das palavras-chave em liderança é credibilidade. Você sempre tem que fazer o que prometeu.
Finalmente devemos pensar de acordo com o que disse Ptah Hotep: “Se tiveres que ditar a conduta aos outros, fazei com que a tua própria conduta seja irrepreensível”.
Imagine, por exemplo, um líder que rouba idéias de seus colaboradores. Veja os seguintes questionamentos:
Qual exemplo ele dá com tal atitude? Líderes precisam ser exemplares.
Líderes devem ser amigos de seus colaboradores, mas que amigo é esse?
Como conseguir que um colaborador fique motivado para chegar aos resultados esperados se o líder faltar com o respeito?
Poderia citar várias outras questões, mas, para mim, alguém com essa atitude não merece ser chamado de líder. Mais dia menos dia essas atitudes acabam sendo descobertas. Como diz o ditado popular: mentira tem pernas curtas.
Em escolhas aparentemente simples, muitas carreiras brilhantes podem ser jogadas fora. Hoje, mais do que nunca, a atitude dos profissionais, em relação às questões éticas, pode ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso. Basta um deslize, uma escorregadela, e pronto: a imagem do profissional ganha, no mercado, a mancha vermelha da desconfiança.
A importância da ética nas organizações cresceu com a redução das hierarquias e a conseqüente autonomia dada às pessoas. Agora, mais difícil do que fazer o certo é descobrir o que é certo fazer.
Mas afinal, o que é ser um profissional ético? Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, estar tranqüilo com a consciência pessoal e, também, agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.
Qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Entre eles:
Ser honesto em qualquer situação.
Ter coragem para assumir decisões.
Ser tolerante e flexível.
Ser íntegro.
Ser humilde.
Integridade é uma característica fundamental em um líder, pois é através dela que as pessoas passam a acreditar nele. Bons líderes falam a verdade, não se escondem atrás de máscaras ou de meias-verdades. Além disso, confiança é essencial em todos os relacionamentos humanos: como seguir alguém em quem não confiamos?
Organizações não são apenas entidades jurídicas. Elas são formadas por pessoas e só existem por causa delas. Por trás de qualquer decisão, de qualquer erro ou imprudência, estão seres de carne e osso. E são eles que vão viver as glórias ou o fracasso da organização.
As pessoas realmente prestam mais atenção ao que seus líderes fazem, do que ao que eles dizem. Portanto, tome cuidado com suas ações. Não importa o que estiver fazendo, faça como se muitas pessoas estivessem observando. É impossível pensar que alguém consiga ser um líder sem dar exemplos.
As pessoas sempre vão observar o líder, irão ver quem ele é e o que faz, assim como o que diz. Uma das palavras-chave em liderança é credibilidade. Você sempre tem que fazer o que prometeu.
Finalmente devemos pensar de acordo com o que disse Ptah Hotep: “Se tiveres que ditar a conduta aos outros, fazei com que a tua própria conduta seja irrepreensível”.
Lideranças e virtudes
A visita do Papa Bento XVI ao Brasil fez com que algumas pessoas me questionassem sobre as diferenças entre um bom líder empresarial e um bom líder religioso. Aproveitei essas perguntas e minha experiência em liderança para refletir sobre o assunto. Se liderar é conseguir influenciar as pessoas a fazerem o que queremos, o desenvolvimento como líder se aplica a toda situação, uma vez que liderar nada mais é do que uma relação interpessoal e nesses dois casos existem liderados envolvidos.
A grande diferença está nos resultados e objetivos a ser atingidos. No mundo corporativo, geralmente, precisa-se atingir metas financeiras e melhorar a produtividade, entre outras situações. Já nas igrejas, os líderes são mestres que, principalmente, precisam alimentar a fé das pessoas para acreditarem em determinada filosofia ou doutrina religiosa. A constante motivação talvez seja a principal função dos líderes religiosos. Claro que nas empresas também é preciso se preocupar em incentivar os liderados, porém essa não é a principal função do líder empresarial.
Independente da situação, ao liderar é preciso planejar o que deve ser feito e definir os resultados esperados. É certo que quando não se sabe onde se quer chegar, qualquer resultado serve. Também é necessário controlar, ou seja, checar se o planejamento está sendo executado, ou se serão necessárias alterações para atingir os objetivos. Um bom líder precisa ter isso em mente, atuando em casa, no trabalho, ou em qualquer organização, que pode ser uma igreja ou comunidade. É preciso preocupar-se com o planejamento e controle da situação.
Fazer sozinho é uma coisa, mas quando se tem uma meta, cujo processo passa por outras pessoas, somente agindo como um bom líder será possível obter os melhores resultados. O líder fará o possível para conhecer seus liderados e assim saberá como incentivar as pessoas para atingirem os objetivos em comum.
Liderar é fazer com que os outros façam voluntariamente o que se precisa. É conduzir as pessoas em direção a um propósito, às vezes influenciando seus comportamentos. O líder moderno não dá ordens e, muito menos, controla ou pune. Ele colabora, orienta, desenvolve conhecimentos e habilidades, apóia-se na solução de problemas e reconhece o esforço e o mérito pessoal de cada integrante de sua equipe. As pessoas são a razão de existir de um bom líder. Ele precisa ter isso em mente o tempo todo.
Líder é aquele que mantém pessoas que acreditam nele e, geralmente, para não dizer sempre, possuem seguidores. Entretanto, quando o foco é a organização, pode-se dizer que líderes são aqueles que conseguem os resultados esperados através de outras pessoas. E tanto a empresa quanto a Igreja são exemplos dessas organizações. Aliás, o mundo corporativo que é muito mais novo do que a Igreja e o exército, usou, no início do capitalismo, a hierarquia dessas organizações para se estruturar.
Um exemplo interessante de se analisar é o papa Bento XVI, líder da Igreja Católica, em visita ao Brasil. Ele possui uma difícil missão: dar continuidade ao legado de seu antecessor: o carismático João Paulo II – um líder servidor por natureza. João Paulo era um daqueles líderes que conseguia a admiração até de seus adversários de crença e ideologia. Bento XVI não tem o mesmo carisma do anterior, o que dificultará sua atuação. A mesma situação acontece muitas vezes nas empresas quando, por algum motivo, perde-se um bom líder e, com isso, são criadas muitas dificuldades em relação ao novo profissional que assume a função.
Um dos maiores líderes da humanidade foi Jesus Cristo. Ele tinha algumas características que todos os líderes deveriam procurar ter. São elas: ser muito compreensivo e inspirador; ter o dom da oratória, seu discurso era simples e claro; ser um grande conselheiro; possuir humildade e compaixão. Mas, sobretudo, era detentor da confiança de seus discípulos, acessível e comprometido e, além de tudo isso, tinha fé. É impossível ser um líder como ele, mas podemos imitá-lo em suas qualidades de liderança para sermos líderes melhores. Isso serve para qualquer instituição, quer seja privada (empresa), governamental ou não governamental, inclusive como é o caso da Igreja.
E como fica a resposta à pergunta ― o papa Bento XVI é um líder? Acredito que sim, caso contrário não teria chegado aonde chegou. É claro que ele influenciou várias pessoas a acreditarem nele.
Uma coisa é certa ― É praticamente impossível algum líder ter todas as qualidades necessárias. Portanto, quem quiser se tornar um grande líder, precisará desenvolver aquelas virtudes que não possui.
A grande diferença está nos resultados e objetivos a ser atingidos. No mundo corporativo, geralmente, precisa-se atingir metas financeiras e melhorar a produtividade, entre outras situações. Já nas igrejas, os líderes são mestres que, principalmente, precisam alimentar a fé das pessoas para acreditarem em determinada filosofia ou doutrina religiosa. A constante motivação talvez seja a principal função dos líderes religiosos. Claro que nas empresas também é preciso se preocupar em incentivar os liderados, porém essa não é a principal função do líder empresarial.
Independente da situação, ao liderar é preciso planejar o que deve ser feito e definir os resultados esperados. É certo que quando não se sabe onde se quer chegar, qualquer resultado serve. Também é necessário controlar, ou seja, checar se o planejamento está sendo executado, ou se serão necessárias alterações para atingir os objetivos. Um bom líder precisa ter isso em mente, atuando em casa, no trabalho, ou em qualquer organização, que pode ser uma igreja ou comunidade. É preciso preocupar-se com o planejamento e controle da situação.
Fazer sozinho é uma coisa, mas quando se tem uma meta, cujo processo passa por outras pessoas, somente agindo como um bom líder será possível obter os melhores resultados. O líder fará o possível para conhecer seus liderados e assim saberá como incentivar as pessoas para atingirem os objetivos em comum.
Liderar é fazer com que os outros façam voluntariamente o que se precisa. É conduzir as pessoas em direção a um propósito, às vezes influenciando seus comportamentos. O líder moderno não dá ordens e, muito menos, controla ou pune. Ele colabora, orienta, desenvolve conhecimentos e habilidades, apóia-se na solução de problemas e reconhece o esforço e o mérito pessoal de cada integrante de sua equipe. As pessoas são a razão de existir de um bom líder. Ele precisa ter isso em mente o tempo todo.
Líder é aquele que mantém pessoas que acreditam nele e, geralmente, para não dizer sempre, possuem seguidores. Entretanto, quando o foco é a organização, pode-se dizer que líderes são aqueles que conseguem os resultados esperados através de outras pessoas. E tanto a empresa quanto a Igreja são exemplos dessas organizações. Aliás, o mundo corporativo que é muito mais novo do que a Igreja e o exército, usou, no início do capitalismo, a hierarquia dessas organizações para se estruturar.
Um exemplo interessante de se analisar é o papa Bento XVI, líder da Igreja Católica, em visita ao Brasil. Ele possui uma difícil missão: dar continuidade ao legado de seu antecessor: o carismático João Paulo II – um líder servidor por natureza. João Paulo era um daqueles líderes que conseguia a admiração até de seus adversários de crença e ideologia. Bento XVI não tem o mesmo carisma do anterior, o que dificultará sua atuação. A mesma situação acontece muitas vezes nas empresas quando, por algum motivo, perde-se um bom líder e, com isso, são criadas muitas dificuldades em relação ao novo profissional que assume a função.
Um dos maiores líderes da humanidade foi Jesus Cristo. Ele tinha algumas características que todos os líderes deveriam procurar ter. São elas: ser muito compreensivo e inspirador; ter o dom da oratória, seu discurso era simples e claro; ser um grande conselheiro; possuir humildade e compaixão. Mas, sobretudo, era detentor da confiança de seus discípulos, acessível e comprometido e, além de tudo isso, tinha fé. É impossível ser um líder como ele, mas podemos imitá-lo em suas qualidades de liderança para sermos líderes melhores. Isso serve para qualquer instituição, quer seja privada (empresa), governamental ou não governamental, inclusive como é o caso da Igreja.
E como fica a resposta à pergunta ― o papa Bento XVI é um líder? Acredito que sim, caso contrário não teria chegado aonde chegou. É claro que ele influenciou várias pessoas a acreditarem nele.
Uma coisa é certa ― É praticamente impossível algum líder ter todas as qualidades necessárias. Portanto, quem quiser se tornar um grande líder, precisará desenvolver aquelas virtudes que não possui.
Líderes autoritários, espécies em extinção
Nos dias de hoje, se os resultados e metas não são atingidos como programados alguém acaba pagando caro por isso dentro das organizações. Mesmo sendo um profissional comprometido, empenhado, competente e com um currículo espetacular é preciso não só alcançar, mas também superar os objetivos esperados.
A pressão por resultados acaba levando muitos líderes a caírem numa armadilha: agem de forma explosiva com seus liderados e, nem assim, chegam às metas planejadas.
Alguns gestores simplesmente não aceitam erros dos membros de sua equipe, principalmente se a falha prejudicar outras pessoas ou os resultados almejados. Os acertos anteriores do profissional deixam, então, de serem importantes. Em momentos críticos ou de pressão o executivo acaba explodindo e tratando o colaborador de maneira deselegante, quase grosseira.
Algumas atitudes do líder explosivo estão tão enraizadas à sua personalidade que ele as toma de forma automática, sem perceber. Quando chama a atenção de algum colaborador, ele aponta tantos argumentos que deixa o interlocutor arrasado. Mesmo não aumentando o tom de voz, o líder consegue desmotivar a pessoa apenas com determinadas atitudes.
Nos momentos de fúria, até problemas de saúde podem surgir. Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA: pessoas que se irritam intensamente e com freqüência têm três vezes mais probabilidade de sofrer um infarto do que aquelas que encaram as adversidades com serenidade. E não é só isso! Em alguns casos, as atitudes explosivas podem levar o alvo da agressão a até ajuizar ação na Justiça.
Na maioria das vezes é nosso temperamento que nos faz agir de determinada forma ao enfrentarmos uma situação delicada. Como cada temperamento possui aspectos positivos e negativos, não existe um que possa ser considerado superior ou inferior em relação aos demais. O que há é um comportamento mais adequado para determinada situação.
É possível amenizar um comportamento agressivo. E, ainda, é possível um líder deixar de ser autoritário, sem, com isso, perder a autoridade. Para tanto:
• Tenha consciência da necessidade de mudar suas atitudes.
• Busque motivos para querer mudar e vigiar seus pensamentos.
• Conheça seus pontos fortes e potencialize-os.
• Encontre pessoas, na sua equipe, com características opostas às suas e que possam complementar seus pontos fracos.
• Perceba que uma derrota só o torna mental e espiritualmente mais forte.
• Perdoe-se pelos fracassos e erros que cometeu no passado.
• Aprenda a controlar e gerenciar suas emoções e as dos outros.
Mas, acima de tudo, lembre-se:
• O bom líder é aquele que procura mostrar as razões pelas quais algumas tarefas precisam ser realizadas.
• Na busca por um profissional melhor é preciso, antes, se tornar uma pessoa melhor.
• Os colaboradores precisam ser tratados com respeito independentemente de terem ou não razão.
• É possível conseguir resultados positivos sem impor sua vontade.
• É sua atitude como profissional que determinará sua permanência ou não em determinada empresa.
A pressão por resultados acaba levando muitos líderes a caírem numa armadilha: agem de forma explosiva com seus liderados e, nem assim, chegam às metas planejadas.
Alguns gestores simplesmente não aceitam erros dos membros de sua equipe, principalmente se a falha prejudicar outras pessoas ou os resultados almejados. Os acertos anteriores do profissional deixam, então, de serem importantes. Em momentos críticos ou de pressão o executivo acaba explodindo e tratando o colaborador de maneira deselegante, quase grosseira.
Algumas atitudes do líder explosivo estão tão enraizadas à sua personalidade que ele as toma de forma automática, sem perceber. Quando chama a atenção de algum colaborador, ele aponta tantos argumentos que deixa o interlocutor arrasado. Mesmo não aumentando o tom de voz, o líder consegue desmotivar a pessoa apenas com determinadas atitudes.
Nos momentos de fúria, até problemas de saúde podem surgir. Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA: pessoas que se irritam intensamente e com freqüência têm três vezes mais probabilidade de sofrer um infarto do que aquelas que encaram as adversidades com serenidade. E não é só isso! Em alguns casos, as atitudes explosivas podem levar o alvo da agressão a até ajuizar ação na Justiça.
Na maioria das vezes é nosso temperamento que nos faz agir de determinada forma ao enfrentarmos uma situação delicada. Como cada temperamento possui aspectos positivos e negativos, não existe um que possa ser considerado superior ou inferior em relação aos demais. O que há é um comportamento mais adequado para determinada situação.
É possível amenizar um comportamento agressivo. E, ainda, é possível um líder deixar de ser autoritário, sem, com isso, perder a autoridade. Para tanto:
• Tenha consciência da necessidade de mudar suas atitudes.
• Busque motivos para querer mudar e vigiar seus pensamentos.
• Conheça seus pontos fortes e potencialize-os.
• Encontre pessoas, na sua equipe, com características opostas às suas e que possam complementar seus pontos fracos.
• Perceba que uma derrota só o torna mental e espiritualmente mais forte.
• Perdoe-se pelos fracassos e erros que cometeu no passado.
• Aprenda a controlar e gerenciar suas emoções e as dos outros.
Mas, acima de tudo, lembre-se:
• O bom líder é aquele que procura mostrar as razões pelas quais algumas tarefas precisam ser realizadas.
• Na busca por um profissional melhor é preciso, antes, se tornar uma pessoa melhor.
• Os colaboradores precisam ser tratados com respeito independentemente de terem ou não razão.
• É possível conseguir resultados positivos sem impor sua vontade.
• É sua atitude como profissional que determinará sua permanência ou não em determinada empresa.
Questão de Liderança
A necessidade de maior competitividade e melhores resultados levam as organizações a buscarem profissionais mais que eficientes. Líderes. E, com um detalhe: eficazes. Não bastará simplesmente atingir metas sem comprometer o clima da empresa. É preciso, também, reter os talentos.
Esse alerta é muito importante, principalmente, para aqueles gestores que ainda lideram na base do “comando e controle” e, em muitos casos, são explosivos na forma de agir. Líderes que gritam com os profissionais, provavelmente ficarão fora do mercado. Métodos semelhantes e usados num passado nem tão distante não levam mais a resultados satisfatórios hoje. Trata-se de uma forma de liderar já ultrapassada e que não surte mais os efeitos desejados.
A liderança autoritária pode até funcionar com pessoas receosas de perder o emprego e em casos, cujos membros da equipe não têm alternativas devido ao pouco desenvolvimento profissional. Em algumas situações, esse modo de liderar até funciona. Contudo, quem exerce suas atividades após ter sido mandada, geralmente, não tem maior produtividade e criatividade. Esse tipo de líder até pode, ainda, conseguir bons resultados imediatos, porém, a médio e longo prazo, tal intimidação levará os liderados a buscarem outros empregos.
Se pensarmos nas funções para as quais faltam profissionais qualificados, o cenário é ainda pior. Imagine, por exemplo, um líder cuidando de uma equipe na área de tecnologia da informação, uma equipe de desenvolvimento de softwares, cuja grande maioria dos profissionais é formada por jovens. Como manter uma produção em alta com gritos? É praticamente impossível. Na primeira oportunidade, irão procurar outras empresas.
Os jovens querem participar, se sentir úteis e responsáveis. Não estão acostumados a serem “mandados”. Querem entender o que deve ser feito e, não simplesmente, fazer porque alguém determina. Não estão habituados a gritos, até porque, a maioria tem pais que conversam e explicam sem, simplesmente, os obrigarem a fazer coisa alguma. Esses são alguns motivos que levam os jovens a entrarem no mercado de trabalho e não querer trabalhar com líderes autoritários do tipo “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.
A dúvida então é como esses líderes, que até então deram certo, sobreviverão no mercado? Que grita quando alguém erra, fazendo com que o liderado se sinta constrangido? Às vezes, essas atitudes estão tão enraizadas que agem automaticamente e esse tipo de tratamento reduz a motivação.
Uma máxima da liderança diz que se deve “elogiar em público e criticar em particular”. Como alguém pode querer obter melhores resultados com uma equipe desmotivada? O profissional a quem se deve obedecer sem questionar está cada vez mais fora de sintonia com o mercado. É preciso compreender o porquê para querer melhorar.
É momento de perceber que é preciso tratar a equipe como clientes. A agressividade deve ser canalizada para o bem. Podemos ser firmes nas decisões sem grosserias, o que certamente levará a melhores resultados.
Esse alerta é muito importante, principalmente, para aqueles gestores que ainda lideram na base do “comando e controle” e, em muitos casos, são explosivos na forma de agir. Líderes que gritam com os profissionais, provavelmente ficarão fora do mercado. Métodos semelhantes e usados num passado nem tão distante não levam mais a resultados satisfatórios hoje. Trata-se de uma forma de liderar já ultrapassada e que não surte mais os efeitos desejados.
A liderança autoritária pode até funcionar com pessoas receosas de perder o emprego e em casos, cujos membros da equipe não têm alternativas devido ao pouco desenvolvimento profissional. Em algumas situações, esse modo de liderar até funciona. Contudo, quem exerce suas atividades após ter sido mandada, geralmente, não tem maior produtividade e criatividade. Esse tipo de líder até pode, ainda, conseguir bons resultados imediatos, porém, a médio e longo prazo, tal intimidação levará os liderados a buscarem outros empregos.
Se pensarmos nas funções para as quais faltam profissionais qualificados, o cenário é ainda pior. Imagine, por exemplo, um líder cuidando de uma equipe na área de tecnologia da informação, uma equipe de desenvolvimento de softwares, cuja grande maioria dos profissionais é formada por jovens. Como manter uma produção em alta com gritos? É praticamente impossível. Na primeira oportunidade, irão procurar outras empresas.
Os jovens querem participar, se sentir úteis e responsáveis. Não estão acostumados a serem “mandados”. Querem entender o que deve ser feito e, não simplesmente, fazer porque alguém determina. Não estão habituados a gritos, até porque, a maioria tem pais que conversam e explicam sem, simplesmente, os obrigarem a fazer coisa alguma. Esses são alguns motivos que levam os jovens a entrarem no mercado de trabalho e não querer trabalhar com líderes autoritários do tipo “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.
A dúvida então é como esses líderes, que até então deram certo, sobreviverão no mercado? Que grita quando alguém erra, fazendo com que o liderado se sinta constrangido? Às vezes, essas atitudes estão tão enraizadas que agem automaticamente e esse tipo de tratamento reduz a motivação.
Uma máxima da liderança diz que se deve “elogiar em público e criticar em particular”. Como alguém pode querer obter melhores resultados com uma equipe desmotivada? O profissional a quem se deve obedecer sem questionar está cada vez mais fora de sintonia com o mercado. É preciso compreender o porquê para querer melhorar.
É momento de perceber que é preciso tratar a equipe como clientes. A agressividade deve ser canalizada para o bem. Podemos ser firmes nas decisões sem grosserias, o que certamente levará a melhores resultados.
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