Quando o assunto é ganhar dinheiro ouvimos vários conselhos, dicas e regras sobre o assunto. Mas para fazer todo esse conhecimento adquirido transformar-se em resultados po$itivos é preciso moldar nossas ações a favor do nosso objetivo. A riqueza vem de um estado psicológico onde precisamos de equilíbrio emocional para lidar com nossas finanças e ganhos da maneira certa.
A visão, nem sempre certa, de que há pessoas que enriquecem em pouco tempo pode deturpar um pouco o pensamento do que se deve fazer para ganhar mais dinheiro. Quem consegue o sucesso financeiro faz um bom planejamento, aprimora-se, fica atento ao mercado e busca sempre novas oportunidades para investir.
Para começar essa empreitada risque de seus pensamentos que o dinheiro virá de forma fácil. Nesse caminho você precisará de calma para lidar com os desafios constantes, com as negociações e principalmente bastante foco para controlar suas contas atuais. Para obter sucesso mantenha-se informado, leia jornais e revistas do ramo que lhe passem informações embasadas. Questione quando não entender alguma coisa de uma proposta de investimento e também leia livros e participe de cursos que possam orientá-lo.
sábado, 1 de outubro de 2011
Produtividade da equipe – critérios práticos
Todo negócio crescente tem na produtividade um fator de sucesso. Nem sempre medida, às vezes distorcida, ela deixa de ser aproveitada para a motivação e também para a participação nos resultados. Algumas vezes, faturamento é entendido como lucro e a surpresa vem no fim do período, quando não sobra dinheiro em caixa.
Quando se gasta mais do que se recebe, o prejuízo vem na contramão da produtividade e, consequentemente, da lucratividade e da competitividade. Válido para empresas de qualquer porte, a produtividade estende-se igualmente para equipes e até indivíduos que se perdem nas finanças pessoais.
A base é simples: conseguir mais com menos! Há muitos anos, defini uma relação, que não chega a ser uma expressão matemática, mas ajuda na explanação: P = Q/D, no qual P é a produtividade, Q é a quantidade e/ou qualidade e D representa despesas e/ou demoras, estas também entendidas como prazo.
Usando o Ciclo Fullmann, denominado PLOCA – Planejar, Liderar, Organizar, Controlar, Ativar – podemos extrair alguns critérios de uma gestão eficaz:
1. Compartilhar metas – Um bom Planejar resume-se em metas claras, específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais. Para Liderar eficazmente, é preciso Organizar a equipe e os recursos necessários. Quando as metas são entendidas e compreendidas pela equipe, há um comprometimento com os parâmetros básicos que definem os rumos do sucesso. Seguida de um plano de ação abrangente, que aponta os passos sucessivos e interdependentes, dificilmente se deixam escapar as metas de produtividade. Elas não toleram improvisos, pois quaisquer deslizes provocam desperdícios e retrabalhos.
2. Quantidade – Determinar a quantidade a ser atingida é uma mensuração essencial, não importa que seja em peças, vendas, ligações telefônicas, etc. Cada atividade é medida pela quantidade produzida. Lembremo-nos de que parte da encomenda nem sempre satisfaz. Se precisarmos de três pernas para fazer um banquinho, receber apenas duas não garante que ele fique em pé! É preciso conferir se o processo e o método de trabalho adotados estão adequados à tarefa específica. Padrões de trabalho garantem maior produtividade.
3. Qualidade – Embora qualidade possa ser subjetiva, existem padrões definidos para medir qualidade, satisfação dos clientes e retrabalhos. Esse último é um dos itens que mais reduzem a produtividade. Há que se manter a cultura de “fazer benfeito logo na primeira vez”. Muitas vezes é fundamental um treinamento mais apropriado, mais profundo. Para quem considera treinamento caro, recomendo: experimente a ignorância.
4. Demora – Prazos não cumpridos representam os maiores desgastes da relação entre fornecedor e cliente, inclusive os internos, e impactam negativamente a produtividade. A justificativa inócua do “só falta...” não convence. Uma boa equipe é capaz de prometer e cumprir o prometido ou negociado. Isso valoriza a equipe.
5. Despesas – Costumo separar os gastos incorridos em atividades profissionais em Custos Diretamente Variáveis (CDV) e Despesas Operacionais (DO). Os CDV só acontecem quando se vende algo, por serem matérias-primas ou insumos, comissões de vendas e impostos sobre valor faturado. As DO são as que ocorrem mesmo que nada se venda: energia, telefone, salários, encargos, aluguéis, taxas, papelaria, etc. Aqui se encontram os maiores desperdícios, que devem ser eliminados sempre, para incremento da produtividade.
6. Monitorar – Mesmo uma equipe engajada precisa de um “líder coach” capaz de dar um feedback assertivo. Não precisa “ficar no pé” de quem adquire autonomia, mas um acompanhamento da produtividade que permita identificar eventuais desvios na fase de Controlar do PLOCA é essencial. Basta um controle por exceção e, quando apropriado, o líder pode concluir o ciclo com o Ativar, analisando as causas do desvio e estabelecendo novas diretrizes para atingir ou superar as metas.
Quando se gasta mais do que se recebe, o prejuízo vem na contramão da produtividade e, consequentemente, da lucratividade e da competitividade. Válido para empresas de qualquer porte, a produtividade estende-se igualmente para equipes e até indivíduos que se perdem nas finanças pessoais.
A base é simples: conseguir mais com menos! Há muitos anos, defini uma relação, que não chega a ser uma expressão matemática, mas ajuda na explanação: P = Q/D, no qual P é a produtividade, Q é a quantidade e/ou qualidade e D representa despesas e/ou demoras, estas também entendidas como prazo.
Usando o Ciclo Fullmann, denominado PLOCA – Planejar, Liderar, Organizar, Controlar, Ativar – podemos extrair alguns critérios de uma gestão eficaz:
1. Compartilhar metas – Um bom Planejar resume-se em metas claras, específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais. Para Liderar eficazmente, é preciso Organizar a equipe e os recursos necessários. Quando as metas são entendidas e compreendidas pela equipe, há um comprometimento com os parâmetros básicos que definem os rumos do sucesso. Seguida de um plano de ação abrangente, que aponta os passos sucessivos e interdependentes, dificilmente se deixam escapar as metas de produtividade. Elas não toleram improvisos, pois quaisquer deslizes provocam desperdícios e retrabalhos.
2. Quantidade – Determinar a quantidade a ser atingida é uma mensuração essencial, não importa que seja em peças, vendas, ligações telefônicas, etc. Cada atividade é medida pela quantidade produzida. Lembremo-nos de que parte da encomenda nem sempre satisfaz. Se precisarmos de três pernas para fazer um banquinho, receber apenas duas não garante que ele fique em pé! É preciso conferir se o processo e o método de trabalho adotados estão adequados à tarefa específica. Padrões de trabalho garantem maior produtividade.
3. Qualidade – Embora qualidade possa ser subjetiva, existem padrões definidos para medir qualidade, satisfação dos clientes e retrabalhos. Esse último é um dos itens que mais reduzem a produtividade. Há que se manter a cultura de “fazer benfeito logo na primeira vez”. Muitas vezes é fundamental um treinamento mais apropriado, mais profundo. Para quem considera treinamento caro, recomendo: experimente a ignorância.
4. Demora – Prazos não cumpridos representam os maiores desgastes da relação entre fornecedor e cliente, inclusive os internos, e impactam negativamente a produtividade. A justificativa inócua do “só falta...” não convence. Uma boa equipe é capaz de prometer e cumprir o prometido ou negociado. Isso valoriza a equipe.
5. Despesas – Costumo separar os gastos incorridos em atividades profissionais em Custos Diretamente Variáveis (CDV) e Despesas Operacionais (DO). Os CDV só acontecem quando se vende algo, por serem matérias-primas ou insumos, comissões de vendas e impostos sobre valor faturado. As DO são as que ocorrem mesmo que nada se venda: energia, telefone, salários, encargos, aluguéis, taxas, papelaria, etc. Aqui se encontram os maiores desperdícios, que devem ser eliminados sempre, para incremento da produtividade.
6. Monitorar – Mesmo uma equipe engajada precisa de um “líder coach” capaz de dar um feedback assertivo. Não precisa “ficar no pé” de quem adquire autonomia, mas um acompanhamento da produtividade que permita identificar eventuais desvios na fase de Controlar do PLOCA é essencial. Basta um controle por exceção e, quando apropriado, o líder pode concluir o ciclo com o Ativar, analisando as causas do desvio e estabelecendo novas diretrizes para atingir ou superar as metas.
Os 10 Erros Mais Comuns no Marketing de Rede
Você embarcou numa empresa de marketing de rede rumo ao sucesso, seu trabalho já decolou e você acha que está tudo bem, mas pode ser que o seu vôo não esteja tão bem assim como imagina.
Analise cada um dos erros abaixo e veja o que você está fazendo. Eles são como um câncer que vai destruindo pouco a pouco a sua organização.
Erro n° 1 – Não usar os produtos da sua empresa: Você acha que na casa do dono da Coca-Cola eles servem Pepsi? Claro que não. No marketing multinível, é a mesma coisa. Use os produtos da sua empresa, para passar credibilidade quando falar sobre eles.
Erro n° 2 – Não vender os produtos da sua empresa: MMN é movimentação de produtos. Como você quer movimentar produtos na sua rede sem vender, sem dar o exemplo? Conheço uma executiva que tem cinco Mcdonalds e vende os produtos de sua empresa de marketing multinível, até a bordo de aviões, só para dar o exemplo.
Erro n° 3 – Não falar da sua oportunidade para as pessoas: Se você não falar para as pessoas, elas não vão adivinhar nunca que você tem um produto maravilhoso de uma empresa maravilhosa, que gostaria de apresentar. Portanto, não perca nenhuma oportunidade, mas nenhuma mesmo.
Erro n° 4 – Não comparecer aos eventos de sua empresa: Uma ovelha desgarrada do seu rebanho não termina bem. Um distribuidor alheio à sua empresa também não. Na última vez que você faltou a um evento promovido pela sua empresa de marketing de rede, se ela tivesse prometido duzentos reais para cada participante, você teria ido? Se sua resposta for sim, ponha a mão na consciência.
Erro n° 5 – Não respeitar seu patrocinador: Seu patrocinador não é seu colega de turma ou companheiro de futebol. Sua relação com ele deve ser profissional e respeitosa. Há quanto tempo você não se aconselha com seu patrocinador? Se a pessoa que lhe cadastrou estiver fora, procure alguém da linha ascendente. Este será o seu “patrocinador moral”.
Erro n° 6 – Querer fazer seu patrocinador trabalhar para você: Você não pode fazer do seu patrocinador o seu secretário. Tudo bem que no início você se apóie nele, mas com o passar do tempo, você é quem tem que fazer o trabalho de contatar-cadastrar-acompanhar. Seu patrocinador deve trabalhar com você e não por você.
Erro n° 7 – Não aprender a parte prática do negócio: Enquanto você não souber fazer isso sozinho, o negócio não é seu. É de quem está fazendo por você. Qualquer atividade do mundo tem sua parte operacional. Aprenda a preencher um formulário de cadastro, uma ficha de pedidos, saiba os telefones da empresa para cada problema específico, etc.
Erro n° 8 – Não saber mostrar o plano da sua empresa: Sabe qual é o pior plano? É aquele que não é mostrado. Se você acha que não sabe nada, o seu candidato sabe muito menos do que você sobre a sua empresa. Claro que você vai se aperfeiçoando cada vez mais, porém comece já.
Erro n° 9 – Não ensinar aos seus patrocinados o que você aprendeu: Este erro é fatal. Se você não ensinar aos seus cadastrados diretos, eles também não vão ensinar nada, porque não aprenderam. Aí você vai ter, em vez de uma rede, um bando de pessoas completamente perdidas.
Erro n° 10 – Achar que não tem mais nada a aprender: Se você pensa assim, das duas uma: ou você é um anjo que caiu aqui na Terra por engano, ou é um sério candidato a fracassar. Ainda não inventaram “Marketing de Rede na Veia”, uma injeção que você toma e fica sabendo logo de tudo. Nesta atividade, você sempre vai ter que aprender algo novo.
Faça um exame de consciência, corrija logo os erros que você descobriu e retome o caminho do sucesso.
Analise cada um dos erros abaixo e veja o que você está fazendo. Eles são como um câncer que vai destruindo pouco a pouco a sua organização.
Erro n° 1 – Não usar os produtos da sua empresa: Você acha que na casa do dono da Coca-Cola eles servem Pepsi? Claro que não. No marketing multinível, é a mesma coisa. Use os produtos da sua empresa, para passar credibilidade quando falar sobre eles.
Erro n° 2 – Não vender os produtos da sua empresa: MMN é movimentação de produtos. Como você quer movimentar produtos na sua rede sem vender, sem dar o exemplo? Conheço uma executiva que tem cinco Mcdonalds e vende os produtos de sua empresa de marketing multinível, até a bordo de aviões, só para dar o exemplo.
Erro n° 3 – Não falar da sua oportunidade para as pessoas: Se você não falar para as pessoas, elas não vão adivinhar nunca que você tem um produto maravilhoso de uma empresa maravilhosa, que gostaria de apresentar. Portanto, não perca nenhuma oportunidade, mas nenhuma mesmo.
Erro n° 4 – Não comparecer aos eventos de sua empresa: Uma ovelha desgarrada do seu rebanho não termina bem. Um distribuidor alheio à sua empresa também não. Na última vez que você faltou a um evento promovido pela sua empresa de marketing de rede, se ela tivesse prometido duzentos reais para cada participante, você teria ido? Se sua resposta for sim, ponha a mão na consciência.
Erro n° 5 – Não respeitar seu patrocinador: Seu patrocinador não é seu colega de turma ou companheiro de futebol. Sua relação com ele deve ser profissional e respeitosa. Há quanto tempo você não se aconselha com seu patrocinador? Se a pessoa que lhe cadastrou estiver fora, procure alguém da linha ascendente. Este será o seu “patrocinador moral”.
Erro n° 6 – Querer fazer seu patrocinador trabalhar para você: Você não pode fazer do seu patrocinador o seu secretário. Tudo bem que no início você se apóie nele, mas com o passar do tempo, você é quem tem que fazer o trabalho de contatar-cadastrar-acompanhar. Seu patrocinador deve trabalhar com você e não por você.
Erro n° 7 – Não aprender a parte prática do negócio: Enquanto você não souber fazer isso sozinho, o negócio não é seu. É de quem está fazendo por você. Qualquer atividade do mundo tem sua parte operacional. Aprenda a preencher um formulário de cadastro, uma ficha de pedidos, saiba os telefones da empresa para cada problema específico, etc.
Erro n° 8 – Não saber mostrar o plano da sua empresa: Sabe qual é o pior plano? É aquele que não é mostrado. Se você acha que não sabe nada, o seu candidato sabe muito menos do que você sobre a sua empresa. Claro que você vai se aperfeiçoando cada vez mais, porém comece já.
Erro n° 9 – Não ensinar aos seus patrocinados o que você aprendeu: Este erro é fatal. Se você não ensinar aos seus cadastrados diretos, eles também não vão ensinar nada, porque não aprenderam. Aí você vai ter, em vez de uma rede, um bando de pessoas completamente perdidas.
Erro n° 10 – Achar que não tem mais nada a aprender: Se você pensa assim, das duas uma: ou você é um anjo que caiu aqui na Terra por engano, ou é um sério candidato a fracassar. Ainda não inventaram “Marketing de Rede na Veia”, uma injeção que você toma e fica sabendo logo de tudo. Nesta atividade, você sempre vai ter que aprender algo novo.
Faça um exame de consciência, corrija logo os erros que você descobriu e retome o caminho do sucesso.
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